A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) autorizou a Âmbar Energia a importar gás natural (GN) da Bolívia e da
Argentina para atender a termelétrica Cuiabá (480 MW), no Mato Grosso. Atualmente, a Âmbar tem mais de 1,6 GW em capacidade de
geração térmica a gás natural.
O volume autorizado pela ANP é de até 3,3 milhões de metros cúbicos por dia e o transporte será feito por gasoduto, tendo entrega
registrada em Cuiabá, no Mato Grosso, e em Corumbá, no Mato Grosso do Sul.
A MGas, joint-venture de comercialização de gás da J&F e do grupo de investidores Inner Grow, iniciou em 17 de abril a operação piloto de
importação de gás natural da Argentina. A comercializadora havia declarado ainda que planeja importar gás natural liquefeito (GNL) da
Argentina a partir de 2027.
Em março de 2023, a Âmbar recebeu o mesmo aval da agência reguladora, mas sem incluir importação da Argentina e com um volume
menor autorizado, de 2,3 milhões de metros cúbicos.
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A termelétrica Cuiabá
A termelétrica Cuiabá, oficialmente chamada Mário Covas, deve entrar em operação para cumprir os contratos originalmente de quatro
termelétricas a gás, somando 344 MW de potência, que venceram o PCS, leilão emergencial realizado em 2021.
A Âmbar recebeu aval da Aneel para substituir os contratos pela termelétrica existente, desde que construísse as novas usinas.
Em 2024, o Operador Nacional de Energia Elétrica (ONS) apontou que a disponibilidade da termelétrica era importante para afastar os
piores cenários de atendimento das necessidades de potência no sistema nos últimos meses do ano.